Nossa existência é essencialmente alicerçada em relacionamentos interpessoais. O contato com o outro é necessário em todos os contextos da nossa vida.

O poeta inglês e pastor anglicano John Donne (1572 – 1631) já refletia sobre a importância das relações humanas, ao declarar que “nenhum homem é uma ilha, completo em si próprio; cada ser humano é uma parte do continente, uma parte de um todo”.

Henri Wallon (1879 – 1962), médico, psicólogo, filósofo e político francês, também afirmou, em sua teoria psicogenética, que “o indivíduo é social não como resultado de circunstâncias externas, mas em virtude de uma necessidade interna”.

Este artigo vai abordar a importância dos relacionamentos interpessoais, conceituação, tipos de relações, fatores influenciadores e outras questões relacionadas. Acompanhe!

O que é relacionamento interpessoal?

Relações interpessoais são conexões estabelecidas entre duas ou mais pessoas que, em geral, integram um mesmo grupo social (família, amigos, trabalho, etc.).

Ao longo da vida somos cercados, em todos os lugares, por inúmeros relacionamentos interpessoais. Em meio a todas essas relações, passamos por boas e más experiências. O contato entre diferentes pessoas é carregado por embates e crescimento mútuo, considerando os mais variados perfis de personalidade.

O relacionamento interpessoal começa no relacionamento intrapessoal, ou seja, no contato com o eu interior. Antes de firmarmos vínculos com outras pessoas, já temos uma relação estabelecida com nós mesmos, e é isso que nos fornece o repertório necessário para saber lidar com o outro.

Cada indivíduo é constituído por seu próprio conjunto de crenças, ideais, padrões cognitivos e comportamentais. Cada pessoa é única e, naturalmente, o encontro de dois, ou mais, universos tão distintos pode trazer crescimento, assim como pode gerar conflitos.

Portanto, antes de adentrar no mundo de outra pessoa, você deve conhecer o seu próprio mundo interno. O autoconhecimento é um dos pilares do relacionamento interpessoal. Com base no autoconhecimento é possível:

  • Ter pensamento consciente;
  • Fazer autoanálise e autorreflexão;
  • Ter senso de realidade externa, isto é, conseguir sair de dentro de si e olhar para o outro com amplitude de visão.

Ao se relacionar com o outro com a consciência mais expandida, e não limitados por nossos próprios preceitos, conseguimos nos interessar por ele com mais verdade e profundidade. Assim são estruturados os relacionamentos interpessoais mais produtivos e bilaterais, que contribuem positivamente para a evolução pessoal e grupal.

Mais adiante, neste texto, falaremos com mais detalhes sobre autoconhecimento, empatia e outras habilidades necessárias para as relações interpessoais.

Vejamos, agora, como se dão as relações interpessoais nos diferentes cenários do nosso cotidiano.

O relacionamento interpessoal nos diferentes contextos

Antropologicamente, o ser humano é um ser social. A necessidade de se relacionar com seus semelhantes é biológica, está associada à preservação da espécie.

A vinculação com as outras pessoas é inerente ao ser humano. É através das relações interpessoais que o homem se constrói continuamente. A partir das experiências compartilhadas o indivíduo se fundamenta, estabelece seus princípios e fortalece sua individualidade.

Os relacionamentos interpessoais fazem parte de todas as áreas vida: contexto familiar; vida amorosa; grupos de amigos; ambiente de trabalho; escola/ faculdade; religião; lazer; enfim, todos os espaços que nós frequentamos são permeados por relações humanas.

O nosso comportamento também difere de acordo com a natureza das relações interpessoais, ou seja, a maneira como nos relacionamos com os outros muda conforme o ambiente em que estamos.

Observe que o modo como você se relaciona com seus amigos e familiares é diferente dos relacionamentos que você mantém no ambiente de trabalho, por exemplo. Mas, seja qual for o cenário, boas relações interpessoais são fundamentais para qualidade de vida e sucesso pessoal e profissional.

Vamos discorrer um pouco sobre os diferentes contextos dos relacionamentos interpessoais:

  1. Família

A família é a primeira instituição social a qual nós pertencemos, é a matriz das relações humanas, é o ambiente onde efetuamos nossos primeiros e mais significativos vínculos.

A importância dos vínculos intrafamiliares é indiscutível. São as relações criadas na teia familiar que vão se transformar em alicerce para a construção do sujeito, especialmente nos primeiros anos de vida, enquanto a personalidade ainda está sendo moldada.

Os efeitos, em menor ou maior grau, de um viver saudável, dependem dos relacionamentos construídos na família. As relações fragilizadas e a privação dos vínculos afetivos durante a infância, como negligência, apatia, falta de afeto, violência, falhas na atenção e no cuidado, acarretam uma série de prejuízos psíquicos para o indivíduo.

A principal adversidade consequente da privação dos vínculos afetivos é a construção de uma “personalidade incapaz de afeto”, o que resulta em graves dificuldades para manter relações de amizade, confiança e cooperação. A escassez de afetividade pode conduzir o indivíduo a desenvolver condutas antissociais e sérios transtornos emocionais.

Relacionamentos interpessoais fortemente estruturados no âmbito familiar são molas propulsoras para o desenvolvimento de pessoas emocionalmente saudáveis, seguras, confiantes, com tolerância à frustração, habilidades sociais e facilidade para solucionar conflitos.

Já as relações familiares conturbadas podem desenvolver indivíduos desajustados socialmente, com dificuldades em estabelecer relacionamentos de confiança, comportamentos inadequados e, até mesmo, com propensão à psicopatia.

  1. Vida amorosa

Os relacionamentos amorosos são, talvez, os mais complexos em termos de vínculos interpessoais. Isso porque existe uma carga emocional intensa envolvendo essas relações.

Todo relacionamento interpessoal tem suas barreiras e dificuldades a serem superadas, já que se trata da convivência entre pessoas com diferentes características, posturas e opiniões, que podem divergir a qualquer momento. Na vida amorosa esses conflitos são ainda mais acentuados.

Além da discrepância entre os dois perfis, existe a ideologia da relação perfeita, existe a exigência de que “o outro deve me fazer feliz”, existem os jogos de poder (quem cede primeiro, após uma briga). E o principal: o fator emocional toma conta de tudo, e coíbe a racionalização. Enfim, são N motivos que tornam esses vínculos tão delicados.

  1. Amizades

Essas são as relações interpessoais mais prazerosas, espontâneas e eletivas que existem. São relacionamentos naturais, que contribuem significativamente para a qualidade de vida.

Naturalmente que, em quaisquer contextos que estejamos inseridos, e com o convívio frequente com determinadas pessoas, as amizades são construídas. Raro é consolidar essas relações e torná-las duradouras, especialmente na vida adulta, quando somos regidos por uma rotina acelerada que coloca o lazer em última instância.

Não é errado afirmar que relações sólidas de amizade, por vezes, superam os laços de sangue. Em alguns casos, amigos se tornam mais próximos e fornecem mais apoio do que familiares.

Diversos estudos já apontaram os benefícios que as relações de amizade promovem à saúde e ao bem estar.

  1. Trabalho

No ambiente de trabalho, é necessário um pouco mais de tato para lidar com os colegas. A razão disso é que o dia a dia da vida profissional já é, em geral, desgastante e entremeada por conflitos e situações de estresse.

Somado a isso, também é comum no cenário corporativo enfrentar problemas como: rivalidade e disputas, inveja, intrigas, boatos e especulações, falta de inteligência emocional para separar os conflitos pessoais dos profissionais.

A produtividade e o sucesso dos resultados de uma equipe ou corporação dependem, e muito, do bom relacionamento entre os colaboradores.

Para tanto, as empresas têm investido cada vez mais em treinamentos e desenvolvimento de estratégias para melhorar as habilidades sociais e a inteligência emocional dos colaboradores, e assim, aprimorar suas relações interpessoais.

  1. Mundo virtual

Na era da tecnologia os relacionamentos virtuais têm aumentado continuamente. Seria a tecnologia responsável por aproximar ou afastar as pessoas?

Redes sociais, jogos que sugerem uma vida paralela, milhares de amizades virtuais, tudo isso pode proporcionar prazer por estar em contato com outras pessoas. Mas quantas dessas relações se configuram como vínculos verdadeiros?

Não estamos aqui para propor julgamentos de certo e errado, até porque a tecnologia trouxe inúmeras vantagens, mas é válido observar quanto tempo temos dedicado aos relacionamentos virtuais em detrimento das relações reais.

  1. Outros contextos

Além dos contextos mais comuns (citados acima) em que os relacionamentos interpessoais são estabelecidos, qualquer outro cenário, onde duas ou mais pessoas se relacionam, é fonte de vinculação social.

Também podemos compreender tais cenários como espaços onde as pessoas compartilham de gostos, crenças ou propósitos em comum, como escolas, igrejas, clubes, centros de lazer, academias, bares, etc.

Tendo visto os contextos em que as relações sociais ocorrem, vejamos agora quais são os obstáculos dos relacionamentos interpessoais.

Fatores que prejudicam as relações

Como já dissemos, todas as relações interpessoais estão sujeitas a conflitos e divergências. Isso é natural, considerando que cada pessoa possui seus próprios padrões de pensamento e visões de mundo.

Ocorre que, para que essas relações sejam fortalecidas e resilientes, ambas as partes envolvidas precisam ter habilidades para transcender as barreiras que surgirem.

Para que um relacionamento interpessoal seja saudável e produtivo, é necessário que seja baseado em bilateralidade. As relações bilaterais se alicerçam na troca entre os indivíduos, produzindo experiências positivas e agregando valor às vidas envolvidas.

Já as relações unilaterais são marcadas pelo egocentrismo de uma das partes, onde apenas um quer se beneficiar com o relacionamento, e isso resulta numa série de problemas e discussões.

São também definidas como ‘relações tóxicas’ e trazem prejuízos emocionais e funcionais às pessoas que se envolvem em relacionamentos desse tipo. E isso pode acontecer em qualquer contexto, não apenas na vida amorosa.

Em síntese, os principais fatores que influenciam negativamente as relações interpessoais são:

  • Egoísmo;
  • Ciúmes (ou inveja);
  • Postura inflexível;
  • Falta de empatia;
  • Insegurança e falta de assertividade;
  • Intolerância às diversidades;
  • Dependência emocional;
  • Baixa autoestima;
  • Intolerância à frustração;
  • Dificuldade em resolução de conflitos;
  • Déficit de habilidades sociais.

Fatores que influenciam os relacionamentos positivamente

Falamos sumariamente, no tópico anterior, sobre os obstáculos encontrados nos relacionamentos, os fatores prejudiciais.

Vamos, agora, explorar com mais detalhes os aspectos que contribuem para a consolidação de boas relações interpessoais. São habilidades que podem, e devem, ser trabalhadas para desenvolver e cultivar vínculos saudáveis com outras pessoas.

  1. Assertividade

Assertividade é uma habilidade que poucas pessoas têm, mas que pode ser desenvolvida com um pouco de treino.

Esse é um fator que faz muita diferença no convívio com outras pessoas. A pessoa assertiva sabe se posicionar sem desrespeitar o espaço do outro.

Em uma mesma situação podemos reagir de três formas diferentes: passiva, agressiva e assertiva.

A pessoa passiva tem dificuldades para se posicionar, não consegue falar ‘não’ ou dizer o que sente e o que pensa. Em geral, o passivo sofre com suas limitações, aceita tudo, “abaixa a cabeça”, tem medo de falar algo que ofenda outras pessoas e fica ruminando seus próprios rancores.

A pessoa agressiva perde o controle facilmente e se exalta antes de avaliar, refletir e interpretar um fato. Como resultado, sempre procura “tirar satisfação”, é o famoso “não levo desaforo pra casa”, e com isso fragiliza suas relações interpessoais.

O assertivo, por sua vez, tem habilidade para expor-se, para falar como se sente, o que pensa, e ainda assim consegue demonstrar empatia e ouvir o que o outro também tem a dizer para, no final, encontrar uma solução amigável para o conflito.

  1. Empatia

Empatia é um dos pilares fundamentais de um bom relacionamento interpessoal, é a capacidade de se colocar no lugar do outro, de olhar a situação por outro prisma de visão e compreender como a outra pessoa se sente.

Claro que ter atitudes empáticas não é uma fácil missão. Para isso, é necessário despir-se dos próprios dogmas e julgamentos, expandir a consciência e adotar um olhar mais abrangente. É necessário entender que o outro é constituído por valores e padrões de pensamento diferentes dos nossos.

Para ser compreendido, primeiramente é necessário compreender. Se quiser ser ouvido, antes de tudo é importante saber ouvir. Somente colocando-se inteiramente sob a mesma perspectiva que o outro, é possível estabelecer um diálogo construtivo e uma relação bilateral.

  1. Tolerância

Esse é um elemento um pouco raro de encontrar nos dias atuais. As pessoas estão cada vez mais dominadas pelo estresse, pelo senso de urgência e pelos efeitos da polarização.

Estamos nos tornando escravos do pensamento dicotômico: “oito ou oitenta”, “certo ou errado”, “ou você pensa igual a mim ou é um completo ignorante”.

Esse tipo de posicionamento é cada vez mais nítido nas relações contemporâneas. Como exemplo disso, vemos as discussões inflamadas nas redes sociais, onde qualquer mínima notícia se transforma em polêmica. Mas a falta de habilidades argumentativas faz com que as pessoas apelem às ofensas pessoais, independentemente do assunto que esteja em pauta.

Em meio a este cenário desordenado em que todos querem ser portadores da razão, a intolerância às diversidades predomina.

Ser tolerante não significa ser condescendente e aceitar tudo de modo inerte. Tolerar é ser paciente, respeitar as diferenças de opinião ou atitude, entender que o outro tem seus motivos para agir como age. Não significa anuência, e sim respeito.

  1. Flexibilidade

Juntamente com a tolerância, surge a flexibilidade.

Pessoas inflexíveis não cogitam a hipótese de estarem erradas, não conseguem visualizar um meio termo e possuem dificuldade para mudar de opinião.

Flexibilidade envolve avaliar uma situação por todos os seus ângulos, refletir sobre todas as variáveis envolvidas. Ser flexível é ter senso crítico em relação aos outros e a si mesmo.

A pessoa inflexível tem a mente aberta, consegue visualizar-se em diferentes contextos, tem facilidade para desconstruir e reconstruir seus conceitos e, sobretudo, consegue facilmente admitir suas falhas.

Relacionamentos com pessoas flexíveis são leves, fluídos, e qualquer conflito que surgir pode ser solucionado sem muito desconforto.

  1. Comunicação

Comunicação é uma via de mão dupla, o problema é que geralmente seguimos na contramão.

Comunicar-se de forma clara e objetiva é a chave para enriquecer os relacionamentos interpessoais. Isso parece fácil, mas nem sempre o é.

Somos responsáveis pelas coisas que falamos, mas nunca podemos nos assegurar sobre o que o interlocutor entendeu.

Cada um interpreta os fatos à sua maneira e isso, às vezes, gera desfechos bastante negativos para uma relação. Um mal-entendido pode, facilmente, destruir um relacionamento.

Portanto, para manter bons relacionamentos interpessoais, a clareza na comunicação é essencial.

  1. Amor próprio

De todos os amores que existem, o amor próprio é, certamente, o mais edificante. Não é possível relacionar-se com outras pessoas de forma saudável se você não amar a si mesmo, primeiramente.

Esse viés de reflexão é sempre evidenciado quando se fala em amor romântico, entretanto, o amor próprio como precedente de uma relação saudável é necessário em todo e qualquer tipo de relacionamento.

Se o amor próprio for deficiente, as relações serão baseadas em extrema dependência emocional, isso é refletido em comportamentos de cobrança, ciúme excessivo, insegurança e sentimentos de inferioridade.

  1. Autoconhecimento

Por último, e não menos importante, para cultivar bons relacionamentos interpessoais é fundamental conhecer a si mesmo.

O autoconhecimento nos permite identificar nossas qualidades e defeitos, nossos pontos fortes e limitações, assim como reconhecer sentimentos e emoções.

Para deixar que o outro te conheça, antes disso é necessário que você se conheça. Como foi dito no início deste artigo, o relacionamento interpessoal começa no relacionamento intrapessoal, e este é respaldado no autoconhecimento.

O relacionamento intrapessoal é aquele que você estabelece consigo, é o contato com seu eu interior, com seu mundo interno. Isso requer autoanálise e sabedoria.

O autoconhecimento nos fortalece emocionalmente, e nos deixa ciente das coisas positivas que podemos oferecer em uma relação interpessoal.

A importância do Rapport nas relações interpessoais

Rapport é uma palavra de origem francesa, cuja tradução está associada ao conceito de sincronização. Trata-se de um termo muito utilizado no campo da Psicologia, onde o objetivo principal é criar uma ligação de empatia com o outro e firmar uma relação harmônica.

O conceito de Rapport indica a habilidade de espelhar o comportamento do outro para conquistar sua confiança. Isso não significa imitá-lo ou modificar a naturalidade da sua própria postura, mas adaptar-se ao ‘universo’ da outra pessoa. Lembrando que cada um é constituído por seus próprios padrões, e cada indivíduo, em sua totalidade, simboliza um universo único.

Apropriar-se da técnica de Rapport em relacionamentos interpessoais ajuda a promover sinergia e maior receptividade na relação. Coordenação, positividade e atenção mútuas são aspectos resultantes desse método, assim como diálogos baseados em compreensão, respeito e consideração de todas as opiniões e posicionamentos apresentados.

O Rapport produz bons efeitos somente se ocorrer com naturalidade, não pode ser forçado. A base desse conceito é o interesse sincero pelos sentimentos e pensamentos da outra pessoa.

Primeiramente, o Rapport deve ser entendido como uma conexão que está além da comunicação verbal. Alguns elementos são essenciais para que essa conexão se consolide:

  • Contato visual;
  • Postura corporal;
  • Tom de voz (timbre e volume);
  • Comunicação verbal e não verbal (palavras e gestos);
  • Expressão facial;
  • Equilíbrio das emoções.

Como lidar com problemas de relacionamento interpessoal?

Se somos seres essencialmente sociais e formamos vínculos com outras pessoas em todos os contextos de nossa vida, é natural que ocorram conflitos interpessoais.

Seja na família, entre amigos, no relacionamento amoroso, no ambiente de trabalho, ou qualquer outro cenário, a colisão entre dois mundos distintos pode gerar desacordos.

Solucionar esses atritos muitas vezes é fácil, desde que ambos consigam ser flexíveis e empáticos. Mas, e quando os problemas de relacionamento tomam maiores proporções e começam a afetar negativamente a vida das pessoas?

Nesses casos, questões mais profundas devem ser investigadas. Conflitos interpessoais constantes e irresolúveis podem indicar limitações pessoais que precisam ser trabalhadas.

A psicoterapia é um recurso bastante eficaz, nesse sentido. O acompanhamento psicológico ajuda a identificar os pensamentos e comportamentos disfuncionais que prejudicam as relações intra e interpessoais. Assim como é necessário avaliar a possibilidade de diagnósticos mais sérios como depressão e transtornos de personalidade.

O tratamento com Hipnose também apresenta ótimos resultados em casos de problemas de relacionamento. A hipnoterapia ajuda o paciente a encontrar a raiz dos conflitos e desenvolver uma nova visão de mundo, já que esses problemas podem ser recorrentes devido a algum trauma do passado.

A hipnose não faz com que a pessoa elimine o problema da memória, mas transforma sua reação diante de determinadas situações. O que muda é a importância que o indivíduo atribui às atitudes do outro.

E você, como tem nutrido seus relacionamentos interpessoais? Quais são suas habilidades para se relacionar com as pessoas ao seu redor? Sabe praticar empatia? Tem postura flexível? É tolerante? Deixe seu comentário e divida suas experiências conosco.